sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Debate : O cenário do atual rock sueco (hahaha)


Backyard Babies




The Lost Patrol Band



Por Maikon K

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Cara, sinto uma efusividade distorsiva em relação ao psicotrópico anorretal... Falando sério, a primeira banda me lembra Millencollin, preferi a segunda, mas meio mela cueca também. Tu já foi melhor hein Mk? Próxima sugestão de pauta pra mim será analisar as mudanças das estrelas pornôs ao longo dos tempos.

Filipe

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Filipe, Millecollin ? nada haver. é hard rock com toda a intenção de manter a pose no salto alto.

Maikon K

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Charles Buk


É ou não é a registro fotográfico do velho, safado, escroto, machista, reacionário e escritor que está mais lúcido ? Por Maikon K

Fonte clique aqui

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Sabes que não sou um profundo conhecedor desse ser. Digo-lhe que, se for, o cara está com a cara esquisita.

Neander.

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Não, ele tem essa cara de anão da Branca de Neve mesmo, hahaha. O álcool acaba com as pessoas. Nos contos, ele sempre admitiu a própria feiúra, e a gente vê que não era "recurso literário", hahaha! Esse nariz dele é maravilhoso! Gostei da foto Mk!

Filipe

domingo, 30 de agosto de 2009

Al and Bob


Há muitas coisas que não posso negar em minha vida (algumas eu me envergonho profundamente) : já propaguei piadas e pensamentos homofóbicos e racistas, já chorei escondido no quarto depois de uma derrota do Furacão, já fui em um pagode duas vezes no mesmo fim de semana e, por último mas não menos importante, tenho o cinema estadunidense como principal referencia. Gosto realmente do que aqueles camaradas ao norte fazem e esses dois da foto são meus tchutchucos.

Se pudesse escolher eu seria um deles e, como eu gostaria de ser um Zé Gatão, eu prefereria ser o Robert de Niro. Eu até tenho uma pinta no rosto também, mas ela é alguns centímetros à esquerda. Não sei de quando é essa foto, mas eu poderia jurar que é da época de gravação de "The Godfather", pelos olhares joviais mas já cheios de altivez que ali permeiam. Assistiria esse filme de trás para frente se fosse necessário, e é uma pena que os dois não atuem juntos em nenhuma ceninha.

Foto retirada do blog Very Special Report.

Neander

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Eu tenho minhas dúvidas, mas eles estavam olhando para:


(A) A bunda da garçonete nua na Mansão da Playboy.

(B) Para um prato cheio de cocaína.

(C) Para porra do Oscar.


Há dois meses assisti o filme “O touro indomável” onde fiquei na dúvida se nas cenas do Robert Niro gorducho era o ...


(A) Filipe Ferrari fez dublê de corpo em todas as cenas.

(B) Douglas Neander fez dublê de corpo em todas as cenas.

(C) Os dois fizeram, onde cada uma fazia em determinado peso.


Hoje me sinto como o Touro Indomável pois...


(A) O meu pai não assumiu a minha paternidade.

(B) O meu pai nunca fez carinho na minha cabeça.

(C) O meu pai nunca me levou para assistir o Poderoso Chefão


Postado por Maikon K


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Na minha humilde opinião, o De Niro é um dos maiores atores que já existiu, sem dúvida, mas têm dois filmes do Al Pacino que me deixam fascinado: Perfume de Mulher e Scarface. Não falo do Godfather porque ele faz o Michael, e o Michael nos dois segundos filmes é meio que intragável para mim. O segundo filme vale a pena por conta da história do jovem don Vito. Essa foto é maravilhosa por conta de rememorar uma época dourada da década de 70 para o cinema hollywoodiano tão execrado por alguns, mas que fez uns puta filmes.

Quanto ao De Niro ser um Zé Gatão, gosto da cara de bêbado eterno do Al.

E Maykon, pra mim, o gabarito das suas questões é B-C-TODAS ACIMA, hehehe...

sábado, 22 de agosto de 2009

Guerra na TV

Essa semana, uma matéria me chamou a atenção na Folha de S. Paulo, essa aqui.

Oras, todos já devem estar sabendo da guerra entre Globo e Record, e agora a emissora do Edir Macedo comprou o "Muito Além do Cidadão Kane"(partes um, dois e três aqui).

O caso todo me chama atenção principalmente por um fator: alguém com colhões ousou desafiar a toda-poderosa Globo. E esse alguém tem munição para tanto (dinheiro e "fiéis" contam como uma boa munição?). A grande cagada da Record é ter o SBT em seu calcanhar, que faz com que a emissora do Edir Macedo tenha que dividir-se em duas frentes.

Entretanto, para nós, cidadãos, é estar entre a cruz e a espada (literalmente!). De um lado, a Globo. Sobre essa, acho que não é mais necessário ficar falando e refalando, suas relações com o poder, com o coronelismo, a manipulação, e o blá-blá-blá todo de sempre. Já a Record...

Ah! A Record! E sua irmã religiosa, a Igreja Universal... Chega a ser lindo ver aqueles pastores na madrugada, destilando toda a sua moralidade cristã e o seu reacionarismo. O problema, na minha singela opinião, não é esse. Moralistas reacionários temos em todo lugar, até mesmo na Globo; o problema é fazer isso em nome de Deus. Agora, ergue-se um jihad contra a Globo e seus acólitos levantam-se contra a emissora de Satã! Isso me assusta, pois qual é a diferença entre odiar uma emissora ou qualquer outra coisa que os pastores mandem? Esses homens engravatados de merda esquecem-se do amor que Cristo os dizia para terem, e preferem grudar-se ao poder.

Um dos problemas também, é que a Universal está para o cristianismo assim como a Revolução Soviética de 1917 (e o PT no Brasil) estão para os movimentos de esquerda, fornecendo munição para o inimigo. Na maneira dele, Silas Malafaia já dizia isso lááá em 2007, hehehe...

Quem ganha numa batalha como essa? Todos, pois podres de ambos os lados começam a ser soltos. Entretanto, quem perde?

Fecho com com as palavras do Filho do Homem em Mateus 21:13, antes de sair quebrando geral no templo: "E disse-lhes [Jesus]: Está escrito: A minha casa será chamada casa de oração; mas vós a tendes convertido em covil de ladrões."

Escrito pelo Filipe

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A postagem do Filipe é para causar polêmica e discórdia entre os chatos a três.



Eu, Maikon , anarquista e de apego religioso confuso, já que a tradição anarquista o ateísmo se faz presente mas no meu quarto tem uma estátua de 30 centímetros do Preto Velho João da Caridade, dividindo espaço com fotografias de Allen Ginsberg, George Orwell e Joe Strummer.


Filipe, religião é assunto que não se discute nos bloguesn na mesma medida que não se discute nos bares. Estou criando a regra. Hehehe


A briga das emissoras é coisa de gente grande, madura e com o bolso cheio de dinheiro, onde a questão não é jornalística nem religiosa, mas somente lucro: a informação como fonte de muita renda e a religião como fonte de acumulação de capital.


Como um punk rocker médio, o filme “Muito Além do Cidadão Kane” já assisti por volta de 1997, sendo a fita em VHS circulava de mãos em mãos entre os punks, hardcoreanos e SxE da cidade de Joinville. Documentário que alimentava nosso ódio a Rede Globo e aos meios de comunicação corporativo.


O detalhe importante é que o filme está muito desatualizado, mesmo tendo seu valor histórico, o filme não traz uma análise contemporânea sobre a Rede Globo, o papel da mídia corporativa nos dias de hoje. Acredito que o documentário “Consenso Fabricado”, baseado na clássica obra do Noam Chomsky – também de grande circulação no circuito punk dos anos 90 – seja mais pertinente aos dias de hoje. Filipe, você teria contatos com pessoas da Rede Record para comprarem os direitos desse filme?


Sinceramente, eu tenho uns arroubos egoístas, nesse caso é referente à média, onde toco o foda-se e me dedico a fazer a minha própria programação televisiva por meio do You Tube e outros canais de vídeos na internet. Então, foda-se a Rede Record e a Rede Globo. Diz aí, punk pra caralho, né ?



Por Maikon K


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Infelizmente acabei ficando tardiamente por último para a escrita, mas ainda sim tenho algumas pequenas colocações para colocar.

Primeiro que, apesar de ainda rezar ao lado de meu pai no carro quando vamos viajar, minha crença religiosa hoje é menor do que a minha capacidade de compreender as regras de declinação do latim e, principalmente, vejo que realmente a religião não tem nada a ver com o que se passa nesse texto.

A briga das duas emissoras é por dinheiro. Ponto! E o fato de Cidadão Kane estar ou não desatualizado não vai fazer a menor diferença pra intuito da Record que é atacar a Globo, buscando defender a imagem do Bispão Edir Macedo. Como novelista isso não me atinge, visto que sou fiel aos folhetins globais, mas frustra-me a idéia de que em meio a a batalha entre os "globais" e os "recordenses", o já fraco jornalismo a que a maioria das pessoas tem acesso fique ainda mais debilitado.

Porém, talvez, isso também possa ser positivo. Pode acontecer que todo mundo fique de saco cheio e comece a procurar novas mídias. Mas e aí? Será que o acesso ao youtube vai suprir esse buraco em meio a população mais carente?

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Filme Nome Próprio

Começando esse blog, gostaria de afirmar que eu, Douglas Neander, serei o dono da fonte cor verde.

A primeira pauta em discussão será o filme Nome Próprio (trailer e ficha técnica.). A sugestão foi de nosso companheiro Maikon K, que anda muito ligado a filmes. Tentaremos não revelar muito do filme, mas não prometemos nada.

De início, o som do teclado sendo digitado no silêncio do escritório quase que me faz sentir-me Camila. Contudo, a do filme é muito mais bonita do que eu. Adianto já que falo tudo como curioso sobre cinema que sou, sem base nenhuma, mas como vejo que isso é quase um pré-requisito para escrever nesse blog, fico a vontade.

Quanto à técnica empregada no filme. Gostei da quase ausência de trilha sonora, ou pelo menos de algo sonoricamente marcante. Sem dúvida esse fator aumentou bastante a sensação de solidão, mas eu acredito que poderia ter sido melhor ainda se os takes fossem maiores, sem tantos cortes. Talvez se o filme fosse um pouco mais lento, seria mais interessante o desenrolar psicológico da personagem e também aumentaria a já citada solidão da personagem.

Também não gostei muito da cena inicial da briga entre ela e o Felipe, mas isso fica muito na questão de gosto. Sou meio tradicional no sentido do movimento de câmeras, e preferia que ela estivesse estática, mostrando o ambiente de um ponto (talvez no máximo dois) enquanto tudo se desenrolava. Isso acontece também na cena de sexo entre Camila e Rodrigo. Em outros momentos também aconteceu, mas especialmente nesses momentos me irritou.

Mas uma vez vou lançar uma questão pessoalíssima, mas agora para elogiar. Achei todas as cenas de sexo ou de nudez de extrema sensibilidade: nenhuma delas pareceu não se encaixar, todas foram necessárias para a construção da história. Esse meu conceito de "nudez e sexo" é muito discutível e subjetivo, mas senti isso nessa pelicula.

Douglas Neander


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Agora, é a minha vez. Chamou a atenção o aspecto literário dele. Ela é basicamente um Bukowski com peitos. Se vocês notarem, ela tem um porta-retrato do John Fante (esse aparece bem do lado do pc várias vezes no filme) e outro do próprio Buk (numa estante ao fundo, quando ela está naquele apê que o gurizão punheteiro aluga pra ela).

Me chama a atenção também o tipo de literatura dela, meio abstrato, tirado do ar. Eu acho de uma dificuldade imensa escrever assim, mas acho interessante. Não acho que o blog dela seja para "se expor" simplesmente. Quem se expõe, na minha humilde opinião, são celebridades que abrem suas casas pra programas de tv, que gostam de aparecer, etc. Uma coisa q fica nítido no filme é que ela tem dificuldades com relações interpessoais (amiga, amiga mesmo, ela tem uma só), e busca algum contato humano através do blog...

Concordo com o Douglas quanto às cenas de nudez, elas não são gratuitas, não são para vender o filme. E é a Leandra Leal, caralho!


Filipe

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Começando a minha visão chata das coisas que não temos propriedades alguma. O filme Nome próprio, como o bobão do Neander (o da letra verde) já disse, foi a minha dica.



Eu assisti e fiquei extremamente irritado com os personagens. Todos aqueles blogueiros bem alimentados e ouvintes de música “indie”, leitores de Fante e todos aqueles escritores hype que circulam entre a classe média, mas no fundo não terão uma vivência esplendorosa das contradições nas ruas das cidades. Gente é fácil ser maloqueiro ou “indie” ou qualquer coisa do tipo em bares como o Friz (em Joinville).



O Ferrari (o da letra vermelha) me irrita. Ele parece crente que em tudo vê obra de deus, mas no caso dele tudo vê relação com o Charles Bukowski. Chato pra caralho, que vá pra porra!!! No fundo a Camila, personagem da Leandra Leal, é a fragilidade da classe média da cidade grande e com acesso a informação além da página “wikipedia”.



Nos últimos anos os universos dos blogues estão deixando a internet e ganhando versões em livros, por exemplo, o José Saramago, mas anos antes pessoas como a Clarah Averbuck, autora do livro que o filme foi baseado. A questão merece uma discussão.



Do blogue para o cinema está ok, mas do blogue para o livro, isso quando as postagens ganham uma versão em livro é um saco, já quando o-a blogueiro-a vai para o livro com um trabalho inédito é completamente diferente e bem interessante.



A Leandra Leal merece um parágrafo especial. Eu a conheço desde adolescente ou alguma coisa próxima disso e posso afirmar uma paixão por ela, onde a nudez no filme trouxe uma ruptura do imaginado e o real. Chatos, vocês não fazem idéia como isso é triste numa terça-feria chuvosa.



Maikon K

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Maikon K fala sobre Neander

Eu tenho uma namorada legal. Hoje ela chegou de uma ponta de estoque de livros e disse: “Amor, comprei um livro para presentar o Neander”.



A minha cabeça ferveu de imediato. Como é possível a minha namorada amada, idolatrada salve salve ser capaz de comprar um livro de presente para o Neander, ainda mais quando ela mal o conhece?



Logo o Neander?



Putis grila, o sujeito toca violão e canta músicas como “Linda, só você me fascina...” do Roupa Nova; um sujeito nascido na cidade do café com vivência na cidade do príncipe que nunca veio e atualmente vivendo na cidade da pescaria, o que faz dele um legítimo príncipe pescador de café; um sujeito que o máximo de posicionamento de esquerda é o pinto virado à esquerda, um sujeito que deixa Joinville para viver trancafiado na praia com internet banda larga; um sujeito que durante dois anos eu odiava e hoje sinto saudades até da choradeira para ir embora do bar.



Sabe, pensando melhor a minha namorada tinha razão no presente, já que o livro é o “Compêndio Geral do Brega”, o melhor conceito que Neander se encaixa, onde por dentro está uma pureza e alegria.



O sentimento de saudades dos tempos de brigas, estresses, piadas, sorrisos e esporros me fizeram pensar na criação do blog. Saudades do Neander e do Filipe.

Douglas Neander fala sobre Filipe.

O que dizer sobre o Filipe? Porcarias, é claro.
Depois de anos e anos, depois de perder minha meia em sua casa e dormirmos abraçados escutando Humberto Gessinger, não tenho muito a dizer. Pelo menos não coisas que causariam orgulho.

Ele largou um cursode História na UFPR para vir a não se formar na UNIVILLE e arruma barracos imaginários dentros dos ônibus. Detalhe: ele se orgulha dessas coisas.

Mas não só de pontos negativos vive esse chato. Ele realmente consegue entender algo que lê e é religioso de uma maneira saudável. Pessoalmente esse último tópico muito me interessa, afinal, se no fim dos tempos, existir um céu e ficar claro que eu estava errado, espero mesmo que ele interceda por mim e consiga uma casinha perto de um boteco para mim no paraíso.

Pra terminar, ele é um ex-gordo e não existe nada no mundo que me irrite mais.

Filipe fala sobre Maikon

Para começar esse arremedo de blog, os três chatos que aqui despejarão suas palavras resolveram que devem se apresentar. Entretanto, ao invés de cada um falar de si, cada um vai escrever sobre outro. Comigo, ficou a incumbência de falar sobre o Maikon.

Conheço o Maikon há tempo. Desde sempre, me saltaram aos olhos algumas de suas principais características: o mau humor,a chatice e o anarquismo. O Maikon está sempre com as suas correrias, empreitadas, tentativas de um mundo melhor, nisso eu o admiro.

Segundo um parente do Kbeça, ele só tem amigos bichas e anarquistas... Dos amigos aqui no blog, acho que me enquadro mais no perfil "anarquista". Douglas?

O Maikon tem mais alguns blogs que ele escreve/administra, sendo o principal (no meu ver) o Vivo na Cidade.

Por fim, a idéia deste blog surgiu do Maikon, então a culpa é dele.



Update: Esqueci de outra característica fundamental do Maikon: o cabeção! Ou vocês acham que o nome Maikon K. (kbeça) vem de onde?